Sobre

 

João Batista Soares, natural de Rio Pomba - MG. De família numerosa - 15 irmãos -, perdeu o pai aos 13 anos. Aos 16 anos mudou-se para Belo Horizonte-MG. É Auditor Fiscal da Receita Estadual de MG - AFRE, desde 1999. Atualmente exerce o cargo de Diretor do SINFFAZFISCOMG, FEBRAFISCO e CONACATE.

Formado em Ciências Contábeis pela UFMG, onde também pós-graduou em Auditoria Contábil, além de ser pós-graduado em Direito Tributário - PUC-MG – em Contabilidade Governamental – Cândido Mendes-RJ e em Coaching, com ênfase em Inteligência Emocional, Faculdade Unyleya - Brasília.

Visão política esquerdista: somente com o espírito coletivo e/ou com a visão social aguçada será possível a construção de um mundo cujos valores da liberdade, igualdade, fraternidade ..., enfim, somente nesse cenário, a dignificação da pessoa humana ganhará vida e deixará de ser simples retórica da nossa Carta Magna.

Pensamento: Se a economia é o estudo da produção, distribuição e consumo de bens e serviços escassos, a fim de atender às necessidades humanas, então toda riqueza exagerada deveria ser inibida ou criminalizada, em prol do bem-estar social.

O blog do FISCO & CIDADANIA propõe discutir o papel do FISCO para a construção de uma sociedade mais justa, inclusiva e menos desigual. Para tal mister, urge pugnar por uma reforma, mormente em relação ao principal imposto dos estados – ICMS – tendo em vista o manicômio tributário em que se transformou a administração desse tributo, cujas causas/efeitos geraram/aguçaram: um custo Brasil insustentável, que prejudica a economia e a competitividade do país; uma profunda injustiça tributária e social, que penaliza cruel e desumanamente os mais pobres/miseráveis, em benefício dos abastados; um modelo gerencial arcaico e patrimonial da Administração Tributária – AT dos estados, em total afronta ao art. 37 CF/1988; um alto grau de interferências de grupos econômicos na AT, prejudicando a eficiência, concorrência, a igualdade e a capacidade contributiva; a guerra fiscal entre os estados, sob pano de fundo da proteção da economia local; benefícios fiscais inconstitucionais/ilegais e sua relação espúria com os governantes, em detrimento da supremacia do interesse público sobre o privado; e, não esgotando, mas encurtando, a crise financeira enfrentada pelos estados e/ou o esgotamento da capacidade arrecadatória, c/c com a estrutura perversa e injusta do sistema tributário brasileiro.

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